20 de novembro de 2008

EDIÇÃO EXTRA!!! Jazz, Dança, Teatro & poesia

Acontece HOJE!!!

25.11.2008


no




Alejandro Habib
Quarteto

Alejandro Habib( Sax barítono e soprano)

Júnior di Lima (baixo)

Weidi Morazi ( teclado)

Rômulo Filho (bateria)


A programação começa sempre às 21h.

Couvert Artístico: 5 reais.


Quinta-Feira:

Patrícia Polayne e banda + participações especiais.


Sábado:

Tributo a Tom Jobim com Thiago Valadão Quarteto + a cantora Monara

O Thiago Valadão Quarteto é formado pelos músicos:

Thiago Valadão (violão e guitarra)

Davysson Lima ( sax tenor)

Emanuel Jorge(baixo)

Lucas Valadão(bateria)



O Jazz Clube traz tudo o que há de melhor em:

Uma casa de Jazz, Musica Brasileira de qualidade, uma cafeteria variada, um bar com atendimento classe A e um cardápio: saudável, diferente, único...
Rua Ver. João Calazans, 609 – Bairro 13 de Julho - Galeria Habitat 1° Andar

(antiga POYESIS)

Funcionará de 3ª a sábado

Couvert artístico: R$ 5,00


Informações

Thiago Valadão
(programação musical e imprensa)
9949-4099



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`Circular BR´
turnê de música instrumental passa por Aracaju

apresenta:

TRIO BONSAI


Formado pelos músicos Mané Silveira (sax e flauta), Paulo Braga (piano) e Cléber Almeida (percussão), o Trio Bonsai vem se destacando com um trabalho que preza pelas raízes da música popular brasileira, sem deixar de lado a criatividade do jazz. O Trio que já foi solista da “Orquestra Jazz Sinfônica” do Estado de São Paulo, interpretando seu próprio repertório, tem dois CDs gravados: “Bonsai Machine” e “Desdobraduras”. O primeiro conta com a participação de ilustres convidados como Paulo Moura, Roberto Sion, Paulo Belinatti, Toninho Ferragutti, Swami Jr., Mário Manga, além das cantoras Vírginia Rosa e Ana Amélia.

Dois outros trabalhos do Trio estão em fase final.Um deles é autoral e conta com composições como “Ventania”, “Squalus” e “Golfinho” de Mané Silveira e “Cabeça de Melão”, “Muita hora nesta calma” e “Estelar” de Paulo Braga. O outro intitulado “Subindo na Árvore”, traz um panorama musical onde mostra grandes mestres da música instrumental brasileira como Chiquinha Gonzaga a Moacir Santos.

&

ULISSES ROCHA

Violonista, compositor e arranjador, com 9 CDs gravados, Ulisses Rocha é um dos violonistas mais atuantes de sua geração.

Dono de um estilo inconfundível, Ulisses Rocha atua tanto na área artística, participando de concertos dos mais importantes dentro e fora do país, quanto na acadêmica, ministrando aulas práticas e teóricas na Unicamp (Universidade de Campinas).

Além de seu trabalho próprio, o músico já atuou em concertos e gravações ao lado de artistas como Gal Costa, Al Di Meola, César Camargo Mariano, Eliane Elias Egberto Gismonti e Hermeto Pascoal.

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Com a proposta de miscigenar ainda mais a cultura brasileira e seus sotaques, o projeto "Circular BR" iniciou no dia 09 de novembro, uma turnê de música instrumental a preços populares por diversas cidades do país. Com o patrocínio da Petrobras Distribuidora, o projeto leva 24 shows, durante 4 meses, para Niterói, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Aracaju e Recife.


A programação inclui apresentações do Brasil Trio Bonsai, Gabriel Grossi, Zé da Velha e Silvério Pontes e Roberto Corrêa, com um naipe de convidados como Ulisses Rocha, Raul de Souza, Trio madeira Brasil e Jaques Morelenbaum.

Desde sua criação, em 2006, o "Circular" tem mesclado platéias e músicos de Norte a Sul do País, tendo realizado mais de 100 shows, em nove diferentes cidades de oito Estados. "Os artistas selecionados apresentam excelente qualidade musical e refletem a diversidade da música instrumental do País, com leve acento regional", completa o criador e coordenador do projeto, Marcelo Guima.

Além de formar público e promover o intercâmbio cultural entre os músicos, o "Circular BR" propicia que a música instrumental brasileira continue a caminhar pelo País. Mais informações no site www.circularbr.com.br.



PROGRAMAÇÃO ARACAJU

Local:

Teatro Lourival Batista

200 lugares

Rua Laranjeiras, 2037

Getúlio Vargas

Tel: (79) 3179-7551


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terça e quarta, 25 e 26

TOM ZÉ



Tom Zé lança em Aracaju o disco “Estudando a Bossa”. A apresentação faz parte do projeto MPB Petrobras. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10 (meia) e começam a ser vendidos próxima semana, na bilheteria do próprio teatro.



assista ao show...

no Teatro Tobias Barreto

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e

De 28 a 30.11

Mostra Regional

FÁBRICA DE TEATRO POPULAR NORDESTE

Realizado pelo Centro de Teatro do Oprimido (CTO) do Rio de Janeiro, com patrocínio da Petrobras e parcerias da Secretaria Estadual de Cultura de Sergipe, Sesc Alagoas, Secretaria Estadual de Educação de Pernambuco, Sesc Pernambuco e Fundarpe, o evento privilegia o público com espetáculos de teatro, uma exposição estética, lançamento da revista Metaxis V e um documentário, tudo acontecendo no GONZAGÃO, dias 28 e 29 de novembro às 19 horas, com a participação de grupos de Teatro do Oprimido dos três Estados. ENTRADA FRANCA!

Logo na chegada ao GONZAGÃO, o público vai poder apreciar uma exposição alegre, colorida, divertida e reflexiva da Estética do Oprimido, que consta de trabalhos artísticos produzidos pelos grupos comunitários ao longo de 2008, sob orientação de Helen Sarapeck, Flávio Sanctum, Claudete Felix, Cláudia Simone, Olivar Bendelack e Cláudio Rocha, Curingas do CTO, e direção artística do teatrólogo Augusto Boal. Em seguida será apresentado o documentário Fábrica de Teatro Popular Nordeste, que conta os oito meses de atuação do CTO na região, e após haverá o lançamento da Metaxis V, revista do Centro de Teatro do Oprimido cuja edição é dedicada ao projeto. E, finalmente, acontecem os espetáculos produzidos e encenados pelos grupos e Multiplicadores de Teatro do Oprimido (TO) existentes e atuantes em Sergipe, Alagoas e Pernambuco.


PROGRAMAÇÃO

Na sexta-feira (28) às 19h, acontece a abertura do evento com exposição de trabalhos artísticos da Estética do Oprimido, apresentação de um grupo de dança da cidade, do documentário sobre o projeto Fábrica de Teatro Popular Nordeste e lançamento da revista Metaxis V. O intervalo artístico desta noite será preparado pelos grupos de TO de Pernambuco, com música, dança e poesia. Na seqüência ocorre apresentação de Teatro-Fórum com espetáculo do grupo de TO de Sergipe, seguido de sessão de Teatro Legislativo. Após, haverá apresentação do Coco de Alagoas e um coquetel de encerramento.

No sábado (29) às 19h, haverá nova apresentação de um grupo de dança da cidade e do documentário sobre o projeto Fábrica de Teatro Popular Nordeste. Em seguida ocorre apresentação de Teatro-Fórum com espetáculo do grupo de TO de Pernambuco. O intervalo artístico desta noite será preparado pelo grupo de Multiplicadores de Alagoas. Na seqüência ocorre apresentação de Teatro-Fórum com espetáculo do grupo de TO de Alagoas, seguido de sessão de Teatro Legislativo. Ao final o público compartilha de uma festa de confraternização com o grupo Forró Pé de Serra de Sergipe.

No domingo (30) pela manhã, acontece um seminário fechado com a presença dos Multiplicadores e atividades para integrantes dos grupos de Sergipe, Alagoas e Pernambuco.


REFLEXÃO

As apresentações de um espetáculo de TEATRO-FÓRUM são baseadas na vida real e, por meio da teatralização de uma pergunta, discutem temáticas como: violência doméstica, urbana e sexual, abandono, discriminação racial, social e de gênero, diversidade sexual, direitos trabalhistas, opressão familiar, drogas, etc. Após a apresentação o público é convidado a intervir na cena e, se desejar, trocar de lugar com os protagonistas, assumindo seus personagens e tentando transformar os problemas encenados. O TEATRO LEGISLATIVO é um desdobramento do Teatro-Fórum. Além de intervir na cena, os espectadores apresentam propostas escritas de encaminhamento para ações concretas, as quais são sistematizadas por especialistas e votadas pela platéia. As aprovadas são encaminhadas às Casas Legislativas ou às instituições adequadas, conforme o caso.

DADOS ESTATÍSTICOS

O projeto Fábrica de Teatro Popular Nordeste tem como objetivo formar Multiplicadores de Teatro do Oprimido para pontos de cultura, movimentos sociais e grupos culturais, dos Estados de Sergipe, Alagoas e Pernambuco, interessados em utilizar o Método criado pelo teatrólogo Augusto Boal, para estimular a reflexão de problemas reais e a busca de alternativas, através do Diálogo Teatral com a sociedade.

Ao longo de 2008, o projeto atingiu diretamente 21 municípios, formou 58 Multiplicadores, 23 grupos comunitários de teatro que fizeram em média 5 apresentações públicas cada em escolas, comunidades, espaços culturais e alternativos ou na rua. Cada grupo comunitário é formado em média por 10 integrantes e recebe em suas apresentações de 30 a 250 espectadores. Assim, podemos estimar que em 8 meses de trabalho o projeto atingiu diretamente mais de 6.238 pessoas. São 6.238 possibilidades de transformação.


SERVIÇO

Mostra Regional Fábrica de Teatro Popular Nordeste

Dias 28 e 29 de outubro

Horário: 19 horas

Local: Complexo Gonzagão. Avenida Heráclito Rollemberg s/n°, Conjunto Augusto Franco, Aracaju. Telefone: (79) 3248-6070

Capacidade de público: 300 pessoas

INGRESSOS GRATUITOS, retirados na bilheteria de 8 às 12h e de 14 às 18h.

Classificação etária: Livre


IMPRENSA

Ney Motta | Assessoria de Comunicação

CENTRO DE TEATRO DO OPRIMIDO - CTO

tels. (21) 2539-2873 e 8718-1965

e-mail: neymotta@terra.com.br

skype: neymotta

O projeto FÁBRICA DE TEATRO POPULAR NORDESTE

Movimentando as engrenagens

A Fábrica de Teatro Popular Nordeste, um empreendimento cultural do Centro de Teatro do Oprimido, tem o objetivo de formar multiplicadores de Teatro do Oprimido nos Estados nordestinos de Sergipe, Alagoas e Pernambuco. Com a adesão de 54 grupos e instituições, tem a participação efetiva de 102 multiplicadores, que atuam em 32 municípios da região. Beneficiando a todos, esta máquina cultural movimenta crianças, jovens, adultos e idosos de comunidades empobrecidas às universidades: no campo e na cidade. Ferramenta importante, o Teatro do Oprimido tem ampliado as possibilidades de expressão de diversos grupos no Nordeste – sertão, agreste, mata e litoral.

Criatividade é a mola-mestra

Nesta fábrica teatral encontra-se o desafio da escassez de recursos, através de parcerias e da criatividade, como forma de garantia da riqueza estética. O Teatro do Oprimido é uma metodologia lúdica, de fácil aplicação, que não exige custos altos de investimento. Com resultados eficientes, vem sendo instrumento fundamental em programas sócio-culturais em cerca de 70 países. A técnica mais usada é a do Teatro-fórum: na encenação de problemas vivenciados pelos participantes, a platéia entra em cena e mostra, em ações, idéias e propostas de transformação, através de um amplo debate cênico.

Mecanismo teatral

A mecânica de funcionamento do método criado por Augusto Boal transforma problemas reais em espetáculos teatrais e estimula a discussão pública de temas variados, inclusive os considerados tabus. Os multiplicadores de Teatro do Oprimido ensinam aprendendo, num diálogo democrático e propositivo com as comunidades, em pontos de cultura, movimentos sociais e grupos culturais.

Centro de Teatro do Oprimido (CTO)

O Centro de Teatro do Oprimido é um núcleo de pesquisa e difusão. Sua filosofia e suas ações visam à democratização dos meios de produção cultural, através de projetos que estimulam a participação ativa da sociedade onde os grupos organizados sejam os protagonistas.

Democratizar os meios, multiplicar os fins

Democratizar o acesso aos meios de criação artística para multiplicar a produção cultural comunitária. Esta é a proposta da Fábrica de Teatro Popular Nordeste. Esta iniciativa conta com o patrocínio da PETROBRAS e é desenvolvida em parceria com a secretaria Estadual de Cultura de Sergipe, o SESC Alagoas, a Secretaria Estadual de Educação de Pernambuco e o SESC Pernambuco.


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poesia

foto de Sidclay Dias


e poesia de André Teixeira


Idiossincrasialuviosidensidades


Escavucada,

esburacada a nem mais terra, já uma dura lama da alma,

assoreado leito dos rios do sangue mareado pela Lua dos outros,

aluados, alados seres terrestres

que passeiam por fora (órbitas em

expostas fraturas)

como se fora por dentro.


Novo sol todo dia o mesmo de sempre

sol,

ouro etéreo filtrado pela gramática

que teimo em querer dizer com as mesmas palavras

novo brilho...


Ouro dos tolos essa poesia?

reserva de valor das pedras em meu peito

ou aluviosidades dessa carne transbordante

de signos?


Não sei...

brinco de ourivesaria de palavras,

impregnando-as de sem-sentidos

norteando a língua em idiossincrasias

alheias ao entendimento,

lastreadas pelo denso,

roto e intenso (e sem engenharia)

sentimento.


mais poesias no site Overmundo:

http://www.overmundo.com.br/perfis/andre-teixeira

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