3 de julho de 2013

Arte e Cultura em Aracaju, de 4 a 8 de julho de 2013

poesia


Fabrício Carpinejar


Santa Maria

(Madrugada de 27.1.2013)



Morri em Santa Maria hoje.
Quem não morreu?
Morri
na Rua dos Andradas, 1925.
Numa ladeira encrespada de fumaça.

A fumaça nunca foi tão negra no Rio Grande do Sul.
Nunca uma nuvem foi tão nefasta.

Nem as tempestades mais mórbidas e elétricas desejam sua companhia.
Seguirá sozinha, avulsa,
página arrancada de um mapa.

A fumaça corrompeu o céu para sempre.
O azul é cinza,
anoitecemos em 27 de janeiro de 2013.

As chamas se acalmaram às 5h30, mas a morte
nunca mais será controlada.

Morri porque tenho uma filha adolescente que demora a voltar para casa.
Morri porque já entrei em uma boate pensando como sairia dali em caso de incêndio.
Morri porque prefiro ficar perto do palco para ouvir melhor a banda.
Morri porque já confundi a porta de banheiro com a de emergência.

Morri porque jamais o fogo pede desculpas quando passa.
Morri porque já fui de algum jeito todos que morreram.

Morri sufocado de excesso de morte;

como acordar de novo?

O prédio não aterrissou da manhã, como um avião desgovernado na pista.
A saída era uma só e o medo vinha de todos os lados.
Os adolescentes não vão acordar na hora do almoço.

Não vão se lembrar de nada.
Ou entender como se distanciaram de repente do futuro.

Mais de duzentos e quarenta jovens sem o último beijo
da mãe, do pai, dos irmãos.

Os telefones ainda tocam no peito das vítimas estendidas no Ginásio Municipal.
As famílias ainda procuram suas crianças.
As crianças universitárias estão eternamente no silencioso.

Ninguém tem coragem de atender e avisar o que aconteceu
As palavras perderam o sentido


-

Fonte: http://www.jornaldepoesia.jor.br/santamaria.html 


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TODOS OS SÁBADOS
Das 21 às 22h00, na sintonia da  Aperipê FM 104,9 para todo Sergipe, e para o resto do mundo pelo www.ideastek.net/aperipefm/

F A C E BOOK https://www.facebook.com/redelocal?fref=ts


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cursos na 
Casa Rua da Cultura


Clique na imagem para amplia-la.


programação



.  Q  U  I  N  T  A  -  04  .

BATE-PAPO COM REALIZADORES E PRODUTORES EM CINEMA E AUDIOVISUAL



04 de Julho | Museu da Gente Sergipana | 19h


Conversando é que se entende!

O Serviço Social do Comércio/SE, através do Projeto CINE OLHO – Cinema e Educação tem entre seus objetivos promover a formação de plateia de diversos públicos, difundindo a pluralidade da produção do cinema e do audiovisual brasileiro e de outras cinematografias, por meio de exibições de filmes, mostras, cursos, oficinas e bate-papo com realizadores e pesquisadores, sempre frutificando inquietações a propósito do fazer e o do pensar da complexa linguagem cinematográfica e seus diálogos.

A partir das tecnologias contemporâneas, o cinema e o audiovisual têm alcançado uma diversidade na configuração da produção, distribuição e exibição. Hoje é comum, no campo tecnológico, a utilização de máquinas (hardware) e programas com aplicativos (software) específicos para a captura, tratamento, edição de imagem e som,  evidenciando, assim, a constante necessidade de atualização na formação profissional na cadeia da linguagem, além de espaços culturais alternativos que propiciem olhares, conversas e reflexões afins.

Em Sergipe, supõe-se um pequeno número, mas que é considerável, de realizadores, produtores e profissionais envolvidos na trama do fazer e do pensar da linguagem cinematográfica. São profissionais da comunicação, da publicidade e dos cursos de licenciaturas que utilizam o audiovisual em pesquisas de campo e mais especificamente os estudantes do Curso de Audiovisual da Universidade Federal de Sergipe que se configuram como realizadores e produtores audiovisuais.

Neste espaço aberto pelo Sesc, denominado BATE-PAPO COM REALIZADORES E PRODUTORES EM CINEMA E AUDIOVISUAL, será possível exibir o filme e receber o realizador, o produtor e parte da equipe técnica, momento em que eles versarão sobre o percurso da produção e como se configura a pesquisa e a obra/processo no contexto da formação acadêmica e as inquietações na construção da cena audiovisual. Em contraponto, na horizontalidade da ação, o público presente fará perguntas e abordagens em relação à análise fílmica.

Para darmos início a esta ação do projeto, convidamos o videoartista e produtor Alessandro Santana (Cabelo), aqui pleno!


Wolney Nascimento Santos | Coordenação de Atividade | Cinema


Poucos sabem, mas Alessandro Santana tem, possivelmente, a produção audiovisual autoral mais coesa e profícua de Sergipe no cenário contemporâneo. Cabelo, como é conhecido pelos mais chegados, abdica dessa lógica de produção que visa ao consumo, à narrativa clássica, ao mercado. Sim, nós temos um videoartista em Sergipe. Atuante e dos bons.

A obra de Alessandro pode não ser vasta em quantidade, mas sobra-lhe ousadia, coragem e talento para fazer do audiovisual seu discurso artístico e, quiçá, sua forma mais eloquente de conexão com o mundo. Sob claras influências de grandes artistas desse gênero (?), como Maya Deren, Bill Viola e Norman McLaren, 'Cabelo' explora deliciosamente a subversão da estética linear, a corrupção da imagem asséptica e o incômodo do ruído. Seus três primeiros trabalhos, Desconforto – ou qualquer título que lhe caia melhor, Penélope – Cais e Espera e Sem Utopia, são exercícios para uma maturidade artística que agora se revela em 'O Ó da memória'.

No blog da 'Faz o que pode produtora', cujo nome define bem seu modo criativo e produtivo, Alessandro define e defende seu novo trabalho como um experimento entre a poética audiovisual e a textual a partir dos versos do poeta sergipano Newman Sucupira e de divagações visuais inspiradas  “numa premissa do filósofo grego Cícero (106-43 a.C.) onde 'as imagens lembram as próprias coisas (...) percorrer a imagem é o meio mais seguro de conservar a lembrança de algo'.

Ao brincar com a visualidade da palavra 'memória', cuja posição da vogal acentuada encontra-se bem no centro visual da mesma, Alessandro encontrou um caminho fértil para dar vazão, mais uma vez, a seu imenso talento na produção de um discurso audiovisual, que, vale ressaltar, é inversamente proporcional a sua habilidade de articular os códigos sociais sonoros mais simples na vida real.

Por mais marginal e submersa que se encontre a potência estética de Alessandro e  suas obras, já está mais que na hora de sua valorosa contribuição artística emergir.


Maíra Ezequiel | Mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP
Professora de linguagem cinematográfica e teoria da imagem do curso de audiovisual da UFS.


Programação

Disillusion of art | Cor, silêncio, VHS-C, 31 seg., 2009.
Quando você consegue, uma força externa vem e esculhamba. Este vídeo foi produzido a partir de uma tomada não utilizada no vídeo “O perfeito” de Marcelo Roque e Sidney Silva.

Sem título 1 | Cor, Hi-8, 7 min., 2008.
Vídeo elaborado a partir de material bruto do 'desconforto... ', com intenção de estudar as relações entre o movimento corporal, a trilha sonora e a montagem, tornando-se um desafio devido à quantidade mínima de material gravado. Para a trilha sonora foi escolhida a música “Quarteto de cordas 2006” do compositor William Fernandes (SC).LUX

Cor, Hi-8 / DV, 8 min., 2008.
Obra audiovisual abstrata que toma como foco objetos que emanam luz ou até a própria luz, num exercício de montagem sobre a música 'Baal' do compositor Alexandre Fenerich (SP).

Dream Sequence #4 | Cor, HDV, 2:30min, 2013.
Quarto vídeo da série - ainda inédita - intitulada “Dream Sequence”.  Um pequeno estudo sobre movimento e duração do plano com trilha sonora da compositora paulistana Kátia Baroni.

O Ó da MemÓriA | Cor, HDV, 12 min, 2012.
Dizem que, quando morremos, nossas memórias percorrem a mente em algo como 'um filme de nossas vidas'.
Tomando como base o poema Parágrafos do fim de Newman Sucupira, acompanhamos as memórias de uma personagem anônima e solitária em meio à agonia do fim. Essas memórias se fundem à memória e ao olhar do realizador, e a unicidade das imagens se dá nelas mesmas: na forma de ver, olhar e perceber.


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TEATRO


Quinta-feira 





20h - O Natimorto (Grupo Caixa Cênica)
da obra de Lorenço Mutrelli 



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DANÇA

Em comemoração de 20 anos de existência, a Cia de Dança Deborah Colker, em turnê, se apresenta em Aracaju.


04
Espetáculo: TATYANA
*turnê especial em comemoração aos 20 anos da Cia.
Local: Teatro Tobias Barreto
Aracaju/SE

06
 e 07
Espetáculo: VELOX
*turnê especial em comemoração aos 20 anos da Cia.
Local: Teatro Tobias Barreto

Aracaju/SE

Em um grande clássico da literatura universal, Deborah Colker foi buscar inspiração para seu novo espetáculo. “Tatyana” é baseado em “Evguêni Oniéguin”, o romance em versos, publicado em 1832 por Aleksandr Púchkin (1799-1837), o pai da literatura russa.



Em dois atos, a Companhia de Dança Deborah Colker leva ao palco o próprio Púchkin, interagindo com as ações, desejos, pensamentos e transformações psicológicas dos quatro protagonistas de sua obra-prima. A música de compositores como Rachmaninov, Tchaikovsky, Stravinsky e Prokofiev embala essa jornada atemporal ao âmago de uma história de duelos, desencontros, paixões e decepções.

Informações: 3179-1490


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Programação do 

OAKHILL IRISH PUB





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.  S  E  X  T  A  - 05  .


O Grupo Abaô de Capoeira Angola convida seus camaradas capoeiristas para participar do encontro O MESTRE E A TRANSMISSÃO DO CONHECIMENTO, com o Mestre Valmir Damasceno e o treinel Dija Damasceno, ambos da FICA-BA (Federação Internacional de Capoeira Angola da Bahia). 


De 5 a 7 de julho, estaremos nos movimentando, cantando e tocando a angolinha, além de conversarmos sobre a importância e o papel do mestre no cenário atual da transmissão do conhecimento da capoeira, onde vídeos, livros e outros meios de comunicação convivem e competem com a tradicional forma oral de se conhecer seus fundamentos.
Venha por dendê nesta discussão e nesta roda!!!

Valor da Inscrição: R$ 40,00.
Local da Inscrição: Associação Abaô de Arte, Educação e Cultura Negra (Rua Reis Lima, 193, em frente ao CAIC do Bairro Industrial). Das 19h às 21h. Nos dias SEG - QUA - SEX. 
Obs: VAGAS LIMITADAS.


Confira nossa Programação:

SEXTA-FEIRA, 05 de Julho.
Local: Associação Abaô de Arte, Educação e Cultura Negra 
Acesso: Livre
18:30 - Abertura
19:00 - Roda de Capoeira Angola aberta 
21:00 - Coquetel com mesa de frutas

SÁBADO, 06 de Julho. 
Local: Teatro Lourival Batista
Acesso: Inscritos nas oficinas
08:30 - Oficina de Capoeira Angola
12:00 - Almoço
14:00 - Oficina de Capoeira Angola
16:00 - Discussão sobre O Mestre e a Transmissão do Conhecimento.
18:30 - Encerramento

DOMINGO, 07 de Julho.
Local: Teatro Lourival Batista
Acesso: Inscritos nas oficinas
08:30 - Oficina de Capoeira Angola
11:30 - Roda de Capoeira Angola 
14:00 - Encerramento


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A G E N D A  do  C H O R O

Aracaju

Mudamos AGENDA do CHORO para sexta devido à temporada de choro que está no segundo mês caminhando para o terceiro mês muito bem obrigado.

Junta-se ao Bar do Inácio e ao Recanto do Chorinho, ambos com apresentações aos sábados e domingos, o Café da Gente, localizado no Museu da Gente Sergipana, com temporadas mensais de apresentações de Chorinho.


Aqui nesta AGENDA, indicamos onde você pode encontrar o chorinho ao vivo ou ao rádio, em Aracaju. Quem souber de alterações ou de novos lugares, grupos ou programas, por favor me informe. A intenção é fomentar público para esse gênero musical que quanto mais ouço mais aprecio.

André Teixeira


Renovação do Choro
Bar Chorinho do Inácio


sábados e domingos, 16 às 21h00

ONDE: Rua Canadá, 343 - B. Novo Paraíso (é uma transversal da Rua Rio Grande do Sul, próximo à COHIDRO).


Contato: Inácio 79 9136-1803      

Couvert R$ 5,00


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Regional Recanto do Chorinho




LOCAL:
Bar Recanto do Chorinho

Chorinho aos sábados e domingos

Sábado -- 15 às 18h

Domingos -- das 17 às 20h00 (PONTUALMENTE) Das 20h30 até 00h00 tem o som da Lenny Hall - música romântica)

Além da boa música, a casa serve bebidas, refeições e petiscos para todos os gostos. Fica localizado no Parque da Cidade. Veja algumas fotos do Parque.

Convert R$ 10,00


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. C H O R O
 no 
R Á D I O .


APERIPÊ AM




Apresentado por Sérgio Thadeu, o programa, criado por seu pai em setembro de 1985, é uma verdadeira celebração ao Choro, buscando sempre apresentar novidades ou resgatar clássicos do fundo do baú. Um verdadeiro banquete pra quem gosta do ótimo Choro! Vai ao ar todos os domingos das 7 às 9h00, Transmitindo pela sintonia da Aperipê AM 630 e pela internet no site  http://www.ideastek.net/aperipeam/



Contato: Sérgio Tadeu



domingonoclube@gmail.com


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APERIPÊ FM - Programa Choros e Canções: Apresentado por Ricardo Gama, o programa Choros e Canções vai ao ar na Aperipê FM sempre às 18h00, de segunda à sexta. 

CHORINHO AO VIVO quinzenalmente no programa!

Uma novidade no Choros e Canções é a transmissão ao vivo do quadro quinzenal RODA de CHORO, com o grupo Brasileiríssimo se apresentando ao vivo!

Transmitindo pela sintonia 104,9 e pela internet no site http://www.ideastek.net/aperipefm/





Contato: chorosecancoes@aperipe.se.gov.br


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Clássicos ao piano com Manuel Vieira Jr.


O pianista Manoel Vieira Jr. toca clássicos em seu teclado a partir das 21h00.

Local: Restaurante Armazem Bacco. 



Couvert artistico - R$ 5



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Sextas e Sábados





Saindo do habitual som de barzinho, Mário João e Paulinho Araújo se misturam entre instrumentos e vozes trazendo músicas que viajam desde o rock ao baião, do samba a milonga e da bossa-nova ao folk. Sextas e Sábados na Villa Madre Pizzaria que fica entre o Di Vino e a Pandoro na rua Professor Antônio Fagundes de Melo, 156, Treze de Julho.





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.  S  Á  B  A  D  O  -  06  .



No repertório Chico Buarque,Edu Lobo, Milton Nascimento, Gilberto Gil,Novos Baianos, e muito mais! 

Compareçam!

Felipe Lima (Djembe e Pandeiro), Dami Narayana ( Violão e Voz) e Bruno Prado (Violão e Voz)


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A mistura feita pelo Take 1 tem feito sucesso por onde passa. A banda destila hits de várias décadas, focado no rock/pop: desde clássicos do Queen, A-ha, Eric Clapton até novas versões para sucessos atuais de Adele, Bruno Mars e Maroon 5.

Banda Take 1
Gabriel Góis (vocal)
Eduardo Paz (guitarra)
Fabricio Saleb (sax/flauta)
Beto Góis (Baixo)
Ednardo Paz (bateria)


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A Cansei de ser TOP está de volta!




Depois do sucesso de 05 edições realizadas ano passado, a festa que garante diversão sem limites está de volta. Sábado (06 de Julho) a Casa Cultiva recebe mais uma edição da Cansei de ser TOP que promete uma noite de muita irreverência e música eletrônica. O line-up interestadual traz a dupla de baianos Muv e Paulo Eirado, além do alagoano Fre4k e fechando com chave de ouro os sergipanos Budah Moderno e Lina Bôto que são atrações confirmadas para a festa Playground e VOOAR. Nossa missão será fazer a galera perder a linha até o raiar do dia e pra ninguém ficar parado a receita é 2h de capirinha Free e muita alegria. Ingressos à venda na Coca Cola (Jardins). Mais informações: www.facebook.com/canseidesertop

A Cansei de ser TOP é uma festa que exalta o irreverente, sendo também um movimento daqueles que celebram a vida em suas diversas manifestações.

Em um mundo onde se tornou banal ser TOP ou VIP, nosso conceito representa um grupo de pessoas excêntricas e notáveis.

A diversão é nossa fórmula do bem estar. Abraçamos o prazer de viver além do convencional e celebramos o fato de que não somos iguais.

Curta nossa fanpage www.facebook.com/canseidesertop


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Alejandro Habib toca clássicos do jazz a partir das 21h00

Local: Restaurante do Armazem Bacco. 

Couvert artistico - R$ 5



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.  D o m i n g o ,  07  .




As Feiras de Trocas Solidárias são espaços que tem o intuito de organizar e tornar permanente as trocas de mercadorias e serviços e saberes para o desenvolvimento de uma comunidade local.

Sua proposta parte da busca de respostas à falta de dinheiro oficial, Reais, nas regiões empobrecidas pelo atual modelo de desenvolvimento econômico. Seu objetivo é tornar a troca de produtos, serviços e saberes permanente e organizada e, assim, construir um mercado complementar ao oficial capaz de ajudar a viabilização da comercialização dos produtos gerados por pessoas ou grupos produtivos “nascentes” e também facilitar o acesso de pessoas pobres ao consumo de produtos e serviços gerados na região.

Como funciona?

Como se trata de um acontecimento lúdico e pontual (que, obviamente, pode ser reproduzido e aplicado em diversos contextos) e, para facilitar a dinâmica, faremos uma feira de trocas de objetos e serviços.

Os convidados levarão para a feira objetos em perfeitas condições de uso, mas que por alguma razão não lhes servem mais ou estão esquecidos em algum canto triste da casa. São objetos que não estão sendo úteis para você, mas que podem ser úteis para outras pessoas, ou seja, cds, filmes, livros, objetos de decoração, artesanatos, pinturas, poesias, desenhos, fotografias, brinquedos, roupas, ferramentas etc..

Além de objetos, os participantes podem ofertar também serviços e saberes como, por exemplo, reiki, massagem, acupuntura, trabalhos técnicos, oficinas etc.. Estes serviços devem ser anunciados numa folha em branco diante das respectivas 'bancas' da feira.

IMPORTANTE: Quanto mais objetos os participantes puderem levar mais rica fica a atividade pois:

- aumenta as possibilidades de interação
- pedagogicamente é uma atividade que pode ser aplicada a qq contexto coletivo
- criação de outras relações de valor e consumo
- exercita o desapego
- renova energias paradas
- você não vai gastar nem um real e volta pra casa com a mochila cheia de 'compras' .. hehe

Simbóra!
Equipe Sahude

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.  PRÓXIMAS ATIVIDADES...

Quarta


A Orquestra Sinfônica de Sergipe apresenta uma das obras mais conhecidas do repertório sinfônico, o Requiem, de Wolfgang Amadeus Mozart. Sob regência de Guilherme Mannis, o concerto contará com o Coro Sinfônico da Orsse e com a participação dos solistas: Edna D'Oliveira, soprano, Adriana Clis, contralto, André Vidal, tenor e Carlos Eduardo Marcos, baixo.

A apresentação terá início com o Concerto Coreográfico para Piano e 18 instrumentos de Francis Poulenc, com solos do exímio pianista Amaral Vieira.

O concerto será dia 10 de jullho, quarta-feira, às 20h30, no Teatro Tobias Barreto e os ingressos custam R$20 (inteira) e R$10 (meia).

A Orsse é uma realização do Ministério da Cultura, do Instituto Banese e do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), com patrocínio do Banese e da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).

Maiores informações no telefone (79)3179-1480
sinfonica.sergipe@gmail.com


. OUTRAS ATIVIDADES:


EXPOSIÇÕES ABERTAS À VISITAÇÃO


Galeria SESC Centro


Existem coisas que nos ligam a lugares e pessoas tornando os ambientes calorosos e cheios de cores, sabores, movimentos e luzes. As imagens formadas a partir desse contexto são inúmeras e únicas em suas particularidades e ricas de simbologia.

Abordar uma festa símbolo que caracteriza a região Nordeste é deparar-se com um universo cheio de imagens e sentimentos, no qual carregamos memórias coletivas e individuais. Por isso, representar um momento aguardado por muitos, seja para exprimir a fé em São João ou aproveitar uma das maiores festas brasileiras, é colocar-se na posição de participante dessa manifestação cultural.

Dessa forma, propor a exposição São João, uma raiz de símbolos é um desafio. Desde o princípio, em que a festa junina se confunde com a festa de São João, até a própria relação de tempo acerca desse acontecimento, na espera envolvente entre o sagrado e o profano, representados, muitas vezes, por símbolos como o estandarte, o milho, as bandeirinhas e a fogueira. Há, também, a nossa própria espera em querer queimar o calendário e sonhar: que bom seria se todo dia fosse de São João!

Porém, diferente de São João, que permanece dormindo, somos convidados a acender novas fogueiras para todos os santos, celebrando com simplicidade a festa e a fé. Assim, o uso dos símbolos juninos vai além da percepção visual e reforça a construção da memória e identidade, em ter o privilégio de ser nordestino.

Vanderléa Cardoso
Curadoria

Abertura: 12 de junho às 12h.
Local: Galeria de Arte do Sesc
Rua Dom José Thomaz, 235 | Bairro São José - Aracaju
Período de visitação: 12 de junho a 13 de agosto
Horário: das 10 às 19 horas
Contatos: (79) 3216-2753 | sescgaleria@gmail.com

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Poe-mails ou poemeio


Este livro nasceu da mesma forma que os poemas que lhe dão corpo e alma: do acaso do olhar encontrar e tentar registrar o belo com essa máquina de fotografar sentimento que é a linguagem. Utilizei como processo de escrita não ter um processo de escrita. O norte maior foi sempre o sentir dessa relação com a provocante Beleza, onde quer que Ela  se manifestasse: numa palavra ou comentário, numa pintura ou foto, numa   música, no silêncio ou até mesmo no vazio pós tudo. Foi escrito entre os anos de 2007 e 2010, utilizando como suporte o meio ambiente digital.


LEIA MAIS AQUI]



[AQUI, entrevista concedida ao jornalista Rian Santos em seu blog Spleen e Charutos,sobre o livro 'poe-mails' 



O livro está registrado sob licença Creative Commons 3.0. Significa que ele pode ser copiado e distribuído desde que sem finalidade comercial. Além disso pode ser modificado e redistribuído.

Saiba mais em http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/legalcode

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2 comentários:

  1. Adelvan3.7.13

    Faltou "o" show, Mopho, Necronomicon e Plástico Lunar.

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  2. Adelvan3.7.13

    Peraí, tá errado, não? a programação é de juNHO.

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